Há quase dez anos, indiquei o livro Como envelhecer, escrito pela jornalista Anne Karpf, como uma obra “de iniciação” perfeita para quem pretende transformar seus dias de maturidade numa fase ativa e prazerosa. A autora afirma que devemos nos livrar do chamado “modelo deficitário” do envelhecimento, como se ele só trouxesse perdas – até porque o cérebro é mais elástico do que se imaginava. Faço essa introdução porque foi com enorme prazer que li seu artigo sobre os “rebeldes da demência”, publicado no jornal britânico The Guardian.