Mendonça concede prisão domiciliar ao delator do Caso INSS
Empresário Maurício Camisotti está preso desde setembro de 2025 por envolvimento em descontos indevidos. Leia no Poder360.
Empresário Maurício Camisotti está preso desde setembro de 2025 por envolvimento em descontos indevidos
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, decidiu na 5ª feira (5.nov.2026) conceder prisão domiciliar ao empresário Maurício Camisotti, um dos investigados pelos descontos irregulares nos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social.
A decisão, que ainda está em sigilo, vem após pedido da defesa para substituir a prisão preventiva por medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica e proibição de contato com outros investigados. Camisotti está preso desde setembro de 2025.
Em nota, a defesa do empresário declarou que a decisão de Mendonça demonstra que a prisão preventiva não se justifica mais. Segundo a defesa, o empresário não atuou para atrapalhar as investigações.
“A liberdade deferida segue o entendimento da Suprema Casa e da legislação pátria, já que a custódia cautelar não pode, jamais, se transmutar em antecipação de pena. Aguardar-se-á o desfecho da investigação e de eventual processo e ele cumprirá todas as medidas restritivas determinadas”, declararam os advogados.
Este texto foi publicado originalmente pela Agência Brasil, em 5 de novembro de 2026. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.
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