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Histórias de décadas ajudam a construir a trajetória da Viposa

Com profissionais que somam até 50 anos de trajetória, empresa catarinense destaca vínculos de longo prazo, segurança e aproximação com as famílias

Histórias de décadas ajudam a construir a trajetória da Viposa

Trinta, quarenta e até cinquenta anos de trajetória dentro da mesma empresa. Na indústria, vínculos profissionais construídos ao longo de décadas também representam conhecimento acumulado sobre processos, materiais e particularidades da operação - uma experiência que pode ser transmitida a novas gerações de trabalhadores.

Esse repertório vai além dos procedimentos formais: é construído na vivência do dia a dia e ampliado ao longo dos anos. Quando compartilhado com quem chega, contribui para preservar experiências desenvolvidas na própria rotina industrial.

Com mais de 70 anos de atuação e mais de 1.500 colaboradores, a indústria catarinense do couro Viposa reúne profissionais que construíram parte significativa de suas carreiras na companhia. Segundo a empresa, há colaboradores com até 50 anos de vínculo.

Trajetórias construídas durante décadas

A permanência por décadas também cria uma ponte entre diferentes gerações de profissionais. Ao longo dos anos, a experiência adquirida no cotidiano passa a compor um repertório que não se limita aos procedimentos formalizados pela empresa.

Entre processos, materiais e pessoas, a história da Viposa também é construída por quem faz parte da operação diariamente

Quando compartilhado com quem passa a integrar as equipes, esse aprendizado contribui para a continuidade do conhecimento desenvolvido no próprio ambiente industrial. A convivência entre profissionais com diferentes tempos de empresa também cria oportunidades para que experiências acumuladas durante os anos circulem entre as equipes.

Além do conhecimento acumulado no ambiente de trabalho, os relatos dos colaboradores mostram como as oportunidades profissionais também podem repercutir em outras dimensões da vida. Experiências de formação, desenvolvimento e contato com novas realidades aparecem entre histórias de vida construídas dentro da empresa.

"Eu entrei aqui bem nova, tinha 24 anos. A Viposa me deu muitas oportunidades: eu viajei para a Europa para melhorar meus conhecimentos por conta da empresa, conheci culturas diferentes. Então, para mim, ela é tudo", conta Maria Madalena Baseggio, colaboradora do Setor de Desenvolvimento de Calçados.

Na indústria catarinense do couro, a Viposa reúne tradição, experiência profissional e histórias de vida

A formação profissional também aparece entre essas experiências.

"A partir do momento que eu ingressei na empresa, muita coisa mudou na minha vida. Conquistei meus sonhos, consegui fazer uma faculdade, duas pós-graduações, graças ao meu trabalho aqui. Foi uma das conquistas que eu tenho muito orgulho de falar", afirma Gilmar Natal, colaborador do Setor de Corte.

Os relatos de Maria Madalena e Gilmar ajudam a dar dimensão concreta às oportunidades de desenvolvimento mencionadas pela companhia e mostram como a experiência profissional pode repercutir em diferentes aspectos da vida.

Para Beatriz Seleme, diretora de RH e DP da Viposa, esses vínculos também estão relacionados ao reconhecimento e ao sentimento de engajamento.

"Temos colaboradores com trajetórias de 30, 40 e até 50 anos conosco. Esse engajamento é resultado da relação cotidiana entre empresa e pessoas, baseada em respeito, oportunidades de desenvolvimento, reconhecimento e na percepção de que cada colaborador participa de uma história que continua sendo construída", afirma Beatriz Seleme.

Segurança na rotina de trabalho

Em uma operação industrial, a segurança envolve orientação, treinamento, acompanhamento das atividades, uso adequado dos equipamentos de proteção e identificação e prevenção de riscos. Na Viposa, essas práticas fazem parte da rotina de prevenção.

Esse cuidado precisa acompanhar a própria evolução da operação. Mudanças nos processos, equipamentos, tecnologias e riscos exigem atualização contínua das práticas adotadas. Nesse contexto, treinamento e acompanhamento das atividades ajudam a manter a prevenção integrada ao cotidiano industrial.

O tempo de empresa também representa conhecimento, experiências compartilhadas e histórias de desenvolvimento profissional

Uma das iniciativas que ampliam essa abordagem é a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT). Além da prevenção de acidentes, a programação aborda saúde física e mental, comportamento seguro, qualidade de vida e outros temas que impactam as pessoas dentro e fora do ambiente profissional.

Para a diretora, a prevenção depende do envolvimento de toda a organização.

"A segurança precisa fazer parte da rotina e da cultura da empresa. Não é responsabilidade apenas de uma área: precisa estar presente na liderança, nas equipes e nas atitudes individuais de cada dia. Essa evolução é contínua, porque processos, equipamentos, tecnologias e riscos também mudam", pontua Beatriz Seleme.

Quando as famílias conhecem o ambiente de trabalho

Trajetórias profissionais de 30, 40 e até 50 anos fazem parte da história da indústria catarinense do couro

O vínculo entre trabalho e família também aparece nas visitas promovidas pela Viposa. A ação permite que familiares conheçam a estrutura, os processos, os produtos e o ambiente onde o colaborador passa parte significativa do dia.

A iniciativa aproxima duas dimensões que normalmente permanecem separadas: aquilo que o profissional vivencia diariamente na empresa e o universo familiar. Ao apresentar seu local de trabalho e as atividades que desenvolve, o colaborador também compartilha com pessoas próximas uma parte importante de sua rotina.

Para os colaboradores, a ação também tem um componente de reconhecimento: mostrar à família aquilo que realizam diariamente ajuda a valorizar o seu papel na organização.

De acordo com Beatriz, a iniciativa ganha ainda mais significado quando envolve profissionais com vínculos de longa duração.

Com mais de 70 anos de história, a Viposa reúne profissionais que construíram décadas de suas trajetórias na indústria.

"Uma fábrica é naturalmente marcada por máquinas, processos e metas, mas por trás de tudo isso existem pessoas, histórias e famílias. Quando falamos de profissionais que constroem trajetórias de décadas conosco, estamos falando também de famílias que, de alguma maneira, acompanham e fazem parte dessa história", acrescenta a diretora de RH e DP.

Os vínculos construídos na Viposa ao longo desses anos ajudam a dimensionar o papel das pessoas na história da companhia. Conhecimento acumulado, segurança no trabalho e aproximação com as famílias integram a dimensão humana de uma indústria com mais de sete décadas de atuação.

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Fonte original Publicado originalmente por G1
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