Nem tudo é Alzheimer
O caminho para o diagnóstico passa por descartar outras condições de saúde que podem comprometer o processo cognitivo.
Entre os dias 12 e 15 deste mês, acontece em Londres mais uma edição da Conferência da Associação Internacional de Alzheimer, que reúne especialistas do mundo todo. Aproveito para fazer um “aquecimento” para o evento com uma entrevista dada pelo neurologista comportamental Jagan Pillai. Ele dirige o Centro de Saúde do Cérebro da Cleveland Clinic e discorre sobre a delicada questão do diagnóstico da doença. Afinal, quando um paciente apresenta sintomas de cognição prejudicada, como diferenciar entre as várias condições neurodegenerativas que podem estar em jogo?