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MacBook Pro com tela touch pode custar quase R$ 183 mil

Notebook com tela ProLED XDR chegou na 4ª feira (28.out) com chips M5 Pro e M5 Max e entregas em 6 de novembro. Leia no Poder360.

MacBook Pro com tela touch pode custar quase R$ 183 mil

A Apple colocou à venda na 4ª feira (28.out.2026) o 1º MacBook Pro com tela sensível ao toque. A configuração mais completa do notebook, com todos os acessórios opcionais, pode chegar a quase R$ 183 mil no Brasil.

O preço de entrada do aparelho é de R$ 35.000. A versão de maior custo sai por R$ 182.827,80 antes dos adicionais. Os clientes ainda podem contratar licenças de programas de edição de vídeo e áudio e a garantia estendida da Apple por mais de R$ 6.000, elevando o valor total a cerca de R$ 183 mil na configuração máxima.

O novo MacBook Pro chega ao mercado com telas de 14 e 16 polegadas e duas opções de processador: o M5 Pro e o M5 Max. A Apple classifica os dois chips como “os mais potentes já fabricados pela Apple para um laptop profissional”. As primeiras entregas no Brasil estão previstas para 6 de novembro.

O principal destaque do aparelho é a tela sensível ao toque, batizada de PeoLED XDR. Segundo a fabricante, o sensor está integrado ao painel, o que reduz o tempo de resposta e transmite ao usuário a sensação de tocar diretamente no conteúdo exibido.

A empresa informa que seus próprios aplicativos já estão adaptados ao touch screen e que o macOS, sistema operacional do notebook, converte automaticamente toques em cliques. Aplicativos de terceiros também já estariam preparados para o novo modelo, segundo a Apple. A lista inclui Notion, Canva, Zoom, Microsoft Word, Excel, PowerPoint e Outlook, Adobe Lightroom, DaVinci Resolve, Blender, Maxon Cinema 4D, Maxon ZBrush, Shapr3D e Algoriddim Djay Pro.

O design passou por reformulação em relação às versões anteriores. “Ele é mais fino e notavelmente mais leve para oferecer ainda mais portabilidade. O MacBook Pro de 14 polegadas agora pesa 1,38 kg, e o MacBook Pro de 16 polegadas pesa apenas 1,82 kg”, informou a empresa. As bordas da tela também ficaram mais estreitas.

O valor final de cada unidade varia conforme as especificações escolhidas, como tamanho de tela, capacidade de processamento e espaço de armazenamento. As configurações de memória RAM disponíveis são de 48 GB, 64 GB e 128 GB. A bateria dura até 24 horas, segundo a fabricante.

O armazenamento pode ser configurado em 4 capacidades distintas:

Com o valor da configuração mais cara do MacBook Pro, seria possível adquirir um BYD Dolphin Mini GS, com preço de referência de R$ 119.990, e ainda sobrariam R$ 63.010.

O dinheiro também permitiria comprar 10 motos Honda CG 160 Start, ao preço unitário de R$ 17.350, ou 17 unidades da Honda Pop 110i, considerando o valor de R$ 10.588 por veículo.

Na própria linha de computadores da Apple, os R$ 183 mil seriam suficientes para adquirir 5 unidades do novo MacBook Pro de 14 polegadas em sua configuração inicial, ao custo de R$ 34.999 cada.

Em outras categorias de tecnologia, o montante permitiria comprar aproximadamente 29 notebooks de R$ 6.101, 91 smartphones de R$ 1.999 ou 73 televisores de R$ 2.499.

O contraste é maior quando o preço do equipamento é comparado à renda dos brasileiros.

Considerando o salário mínimo de R$ 1.621 em 2026, os R$ 183 mil equivalem a 112 meses de remuneração, ou 9 anos e 4 meses. A comparação considera o valor bruto mensal, sem descontos, reajustes ou pagamento de 13º salário.

O montante também equivale a aproximadamente 23 meses do salário mínimo necessário calculado pelo Dieese para setembro de 2026, de R$ 7.750,01.

Na alimentação, o dinheiro permitiria comprar 198 cestas básicas em São Paulo, considerando o preço de R$ 922,51 em setembro de 2026.

O levantamento também mostra que R$ 183 mil equivalem ao valor de aproximadamente 25.137 litros de leite, 39.019 kg de arroz, 19.426 kg de feijão ou 3.156 kg de café em pó, com base nos preços de referência utilizados para São Paulo.

No transporte público, a quantia permitiria pagar 34.528 passagens de ônibus na capital paulista, considerando a tarifa unitária de R$ 5,30. As comparações são equivalências monetárias e não consideram possíveis variações de preços, descontos ou custos adicionais.

Fonte original Publicado originalmente por Poder360
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