Hugo Motta convoca reunião para debater 6x1 e PL da Misoginia
Câmara deve votar projeto do governo sobre o fim da escala 6x1 e o PL da Misoginia.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (15) que convocou uma reunião de líderes.
Durante o encontro, segundo Motta, serão esclarecidos pontos sobre o projeto de lei que extingue a escala 6x1 (1.838/2026). Enviada pelo governo em regime de urgência, a proposta trava a pauta do Plenário.
Fim da 6x1: saiba por que Câmara votará projeto após ter aprovado PEC
Com a apreciação da proposta, o presidente da Câmara pretende destravar a pauta da Casa. A expectativa é que o projeto de lei seja votado em Plenário nesta semana.
Durante a reunião de líderes, a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) vai apresentar os resultados do grupo de trabalho que analisa o PL da Misoginia (896/2023). O projeto também deve ser votado nesta semana.
Hugo Motta cria grupo de trabalho para debater PL da Misoginia
Tabata Amaral relaciona misoginia e aumento de casos de feminicídio
Fim da 6x1: saiba por que Câmara votará projeto após ter aprovado PEC
A tramitação começou com a PEC 12/2019, apresentada para reduzir a jornada de trabalho e garantir dois dias de descanso. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em dois turnos e enviado ao Senado, onde ainda precisa passar pelas comissões antes de ser votado.
Paralelamente, o governo enviou um projeto de lei para regulamentar a mudança na prática, em alteração às regras da CLT. O ganhou urgência constitucional e travou a pauta da Câmara, o que levou os deputados a pautarem sua votação para destravar outros temas.
Na Câmara, a estratégia foi alinhar o conteúdo do projeto de lei ao da PEC já aprovada, para manter o fim da escala 6x1. No Senado, o tema ainda está em disputa, com propostas diferentes, incluindo alternativas que defendem modelos mais flexíveis de jornada em vez da obrigatoriedade da mudança.
Já o projeto que criminaliza a misoginia foi enviado à Câmara dos Deputados após aprovação no Senado. Alvo de críticas por parte da oposição, a proposta foi analisada em um grupo de trabalho que reuniu parlamentares e especialistas para discutir medidas contra a violência e a discriminação de gênero.
Após essa fase inicial de debates, o texto foi consolidado e será levado à articulação política dentro da Casa, com apresentação dos resultados aos líderes partidários. A proposta agora entra na etapa decisiva de tramitação, com previsão de votação no Plenário da Câmara.
Sargento Fahur comemora gol do Brasil e provoca esquerda: "chupa PT"
Deputados pedem urgência para projeto que restringe criação de guarda
Após dizer que "pobre compra telefone roubado", Lula é alvo de repúdio