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Apple quer autorização de Trump para usar memórias de fabricantes chineses

A Apple pediu autorização ao governo dos Estados Unidos para comprar chips de memória RAM da ChangXin Memory Technologies (CXMT), sediada na China e que faz parte de uma lista de lista de empresas restritas, em meio à procura por alternativas para lidar c

29/06/2026 14:00 André Luiz Dias Gonçalves TecMundo 0 visualizações há 13 dias
Apple quer autorização de Trump para usar memórias de fabricantes chineses

Para lidar com a alta nos preços, a Apple quer comprar chips da CXMT, empresa que aparece em uma lista restrita nos EUA.

A Apple pediu autorização ao governo dos Estados Unidos para comprar chips de memória RAM da ChangXin Memory Technologies (CXMT), sediada na China e que faz parte de uma lista de lista de empresas restritas, em meio à procura por alternativas para lidar com a alta de preços dos semicondutores. A informação foi revelada pelo Financial Times na última sexta-feira (26).

Conforme fontes entrevistadas pelo jornal, a gigante de Cupertino começou a pressionar o Departamento de Comércio dos EUA para liberar o negócio há cerca de um mês, operação que também envolveu outros funcionários do governo e aliados da empresa na Casa Branca. Procurada, a big tech não se pronunciou sobre o assunto.

Embora não tenha impedimentos legais, a compra de chips da CXMT pela Apple sem a “benção” da Casa Branca pode resultar em riscos à reputação da dona do iPhone, como destaca o The Verge. Isso tem relação com a classificação dada à fornecedora chinesa pelo governo americano.

“Ajudar o [Partido Comunista Chinês] a ter sucesso em seus planos de dominar cadeias de suprimentos críticas tornará a indústria de tecnologia e a economia do nosso país mais dependentes da China em um momento em que precisamos construir cadeias de suprimentos de tecnologia seguras com nossos aliados”, afirmou o membro da Câmara dos Representantes, John Moolenaar.

Segundo o congressista, que lidera um comitê contrário aos negócios com empresas chinesas e falou ao Financial Times, associar-se a uma marca que teria ligações com a administração de Pequim é um “grande erro”. Procuradas, Apple, CXMT e a Casa Branca não comentaram a possibilidade.

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